Através de uma parceria firmada entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) iniciaram-se as primeiras discussões para normalizar o setor de folheados a ouro. Até então não existiam padrões ou regras de produção estabelecidos no Brasil para os folheados.

No encontro da Comissão de Estudos de folheados a ouro (CE-33.000.01), a partir de referências e normas existentes em nível internacional, foram debatidas as regras que deverão ser adotadas quanto às camadas de banho de ouro, nomenclatura e classificação das peças. As primeiras resoluções estabelecem que a forma de avaliação das camadas de ouro será por milésimos; todas as peças, independentemente da quantidade do banho, serão chamadas de “joias folheadas a ouro”; e foi criada uma tabela classificatória, onde a letra F e um número (escala crescente a partir do algarismo 1) atribuirão maior ou menor grau de banho de ouro para a distinção entre cada tipo de adorno.

A  Comissão de Estudos de Folheados a Ouro, faz parte do Comitê Brasileiro de Joalheria, Gemas, Metais Preciosos e Bijuterias (ABNT/CB-33).